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28 janeiro 2020

E se chegar no Brasil? O que fazer de fato para se proteger do coronavírus

Embora ainda não haja casos confirmados na América do Sul, muitas pessoas já falam até em tomar vacinas para se prevenir. Veja o que é mito e o que pode te ajudar a ficar longe do vírus


Diante do surto da doença causada pela nova cepa do coronavírus, muitas pessoas - ainda que cientes do fato de que o vírus não chegou ao Brasil - buscam formas de se proteger de uma eventual infecção do vírus, que já possui quase 3 mil casos notificados em todo o mundo. 

Embora existam cuidados básicos para diminuir os riscos de contágio, como atenção à higiene e ao sistema imunológico, a pneumologista Ligia Maria Camarosani, da Cia da Consulta, deixa claro que “a vacina capaz de prevenir o coronavírus ainda está em fase de desenvolvimento”, e reforça que a prevenção deve considerar outras maneiras. 
“O novo coronavírus é transmitido pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas como gotículas de saliva, espirros, tosse, catarro, contato pessoal próximo e contato com objetos ou superfícies contaminadas”, explica a profissional. “Como acontece com outros vírus, não há tratamento específico para o coronavírus. Por isso, a prevenção é fundamental”, diz.
Entre as medidas preventivas contra o coronavírus, estão:
  • Evitar contato próximo com pessoas que tenham sintomas de infecção respiratória aguda;
  • Lavar as mãos com frequência, principalmente após contato com pessoas doentes ou com o meio ambiente;
  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  • Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal;
  • Manter ambientes bem ventilados;

É importante estar ciente, também, de que existem pelo menos sete cepas conhecidas do coronavírus e que o vírus causador da nova doença é apenas a mais recente descoberta. Ou seja, infecção por coronavírus não necessariamente significa a mesma enfermidade causadora do surto mundial. 

Dessas cepas, quatro causam apenas resfriados leves ou moderados. As outras, no entanto, são responsáveis por síndromes respiratórias agudas como as infecções respiratórias SARS e MERS, que ocasionaram surtos nos Estados Unidos e no Oriente Médio, respectivamente. 

Fonte iG Segundo

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